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Ontem encerrou-se mais uma etapa, mais um semestre de produções. Em uma semana dois espetáculos meus ganharam vida, respiraram e sorriram satisfeitos pra mim – e eu, mais do que satisfeita, sorri de volta com todo meu carinho.

Esta foto aí em cima foi de um momento mágico do semestre passado, momentos antes da estréia de “Lua Cheia“. Mas somente agora vi esta foto. E a achei de uma delicadeza e cumplicidade tão sensíveis, que acho válida para hoje – “o dia depois dos vendavais culturais”!

Foi com esses queridos aí de cima que eu consegui definir esse meu fiel lema: “A vida é do car#$(@#@!!” E a gente tem que colocar este tesão de viver neste solo abençoado que é nossa segunda casa: o palco. Ética, respeito, perseverança e dedicação – estes são os ingredientes que eu desejo a todos que por aqui passarem.

E sintam-se muito beijocados, sintam-se muito amados! Porque todos vocês que passam pela minha vida, (sejam alunos, colegas, amigos e companheiros) me engrandecem de maneira mágica. Obrigada, meus queridos! Por ontem, hoje e sempre!

LUZ E PAZ! Bom início de semana!

PS: Rebs, saudade!

Tempo…

Minhas unhas estavam pintadas de vermelho. Meu cabelo preso como antigamente. A garôa bem fininha contrastava com a tarde de verão. Estava abafado…

Antes de sair para o trabalho, reli velhas páginas de um diário esquecido. A “outra” de mim mesma sorriu atrevida através do espaço tempo. E por segundos, conseguiu captar minha atenção e me raptar para o mundo antigo dos coturnos e saias indianas. Eu voltara a ser a “outra”!

Acendi um free mentolado. Mas não o traguei. Somente cuspi fumaça.

Engraçado… que saudade de mim mesma. Talvez seja a véspera de estréia… Talvez sejam os cabelos amarrados e o esmalte vermelho… Mas foram frações de segundos. Pequenas frações de segundos… E depois voltei pra garôa fina. Apaguei o cigarro. Desci as escadas. Fui atrás dos meus alunos…

E agora, absorta nesta noite de segunda-feira, sento antes de ir dormir no aconchego dos braços de meu marido e vos falo: Cuidado com esmaltes vermelhos… eles podem lhe transportar através de um tempo ilusório e perdido!

Boa noite!

Merda merda pra mim!

As mensageiras divinas seguem seus ciclos conformadamente: primeiro Primavera, seguida por Verão, que chama por Outono, que abre caminho para Inverno. Todas elas reinam imperiosamente. Vida e Morte seguem seus cursos e os seres cumprem seus destinos sem conhecimento de toda esta engrenagem. Até que um dia, Inverno se apaixona por um mortal despertando assim a fúria dos deuses..

Quando as Estações Falam

Aguardo todos por lá!!!

Humor negro é a palavra-chave deste suspense cômico! Entrem, sentem-se confortavelmente e deliciem-se com esta peça que em sua fórmula contém muita irreverência, jogos de improvisação e que permite ao final, que você escolha o verdadeiro assassino!!!

Arte Odete Reutmann

Vibe Curitiba 40 graus!

Fazia tempo que Curitiba não me deixava de tão bom humor assim: céu ultra azul, sem nuvens, calorão, ventinho fresco pra dar uma trégua e horário de verão!

Pelos deuses, que agora, minha vidinha está dilícia!

E como fazia um tempão que eu não postava fotos aqui, segue uma “mistureba” das coisas gostosas que aconteceram nestes últimos onze meses! Uau! Passando mega depressa!

Desejo a todos uma boa semana pós feriado!

E pra todos os curitibanos ou refugiados em Curitiba, desejo muito sol! Muito amor! Muita paz! Folia e beijo na boca!!!

VIVA O VERÃO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

miscelânia2009

Tem certos dias que algumas coisas descem meio indigestas pela goela da gente.

Porque será que sempre me sinto mal quando preciso falar sobre algumas verdades?

Verdades aquiescidas no canto da gaveta.. lá no fundo! E quando a gente remexe fica um gosto amargo na boca.

Não gosto disso… enfim… toquemos nossos barcos, “gently down the stream”.

Bom finalzinho de uma semana loooonga para todos nós!

Que D’us nos proteja!

Glória e Trevas!

Ainda na vibe do post antigo, continuo achando incrível os momentos que nos são propiciados para “abrir a cabeça”. Incrível mesmo. Expandir horizontes.

Depois de escutar Felipe Hirsch ao longo do final de semana e ontem, a mente de nós, reles mortais, se expande de uma maneira incrível.

E são tantas coisas incríveis. Tantas informações que saltam do cérebro e escorrem pelos olhos que chega a ser assustador!

Mas o motivo de meu post não é pra falar sobre esta genialidade.  Ainda tenho que comer muito arroz com feijão pra falar qualquer coisa sobre ele, sobre sua arte, sobre tudo que foi dito nas doze horas culturais…

A razão primeira e egoísta deste meu post é extravasar toda a indignação (que não deveria ser tão chocante atualmente) sobre as pessoas que habitam e ensinam neste país.

Lá pelas tantas, uma senhora doutora ** (veja bem, não sei seu nome. Honestamente não quero saber. E mesmo se soubesse, meu constrangimento é tamanho que jamais a citaria publicamente)** de uma universidade federal ao discutir com Felipe sobre peças realizadas em Londres e a dificuldade em conseguir ingressos (em função de seu sucesso), soltou a seguinte pérola:

Por que você não diz que é deficiente, usa uma cadeira de rodas… eles dão o ingresso na hora. E você não paga (…) Se eles forem conferir depois você diz que é brasileiro e fica tudo certo“.

Fico me questionando… eu! Cidadã brasileira, que não tenho nem 1/10 do patriotismo nas veias que a geração anterior à minha tem, que luto pra conseguir me desenvolver enquanto ser humano nesse mundo totalmente caótico, e que, definitivamente, estou longe de ter o repertório que uma pessoa que se diz DOUTORA tem, já me sinto constrangida em gênero, número e grau!

Coitado do Felipe Hirsch! Coitada de mim! E das outras pessoas que se entreolharam de maneira constrangedora após este comentário muito, muito infeliz.

Pensar que o meu país conta com pessoas deste nível de caráter,  falta de ética,  valores e vergonha na cara faz com que meu parco patriotismo se rasgue em tiras finas e frágeis.

Que D’us permita que os alunos que passarem por esta Doutora Coisa sejam fortes o suficiente para não se enojarem da arte, do mundo e da vida!

Antiquado de minha parte escrever este post?

Talvez…

Mas me enoja. E ao escrever sobre isto fico na esperança de talvez, poder contar com alguns pares de olhos que pensem como eu. Que sintam como eu. E que tentem fazer alguma diferença. Assim como eu.

Boa sequência de semana proceis!

Quick Post

As pessoas deveriam abrir suas mentes de tempos em tempos! É renovador!

Muita coisa boa aprendida e apreendida em um final de semana!

Bom início de semana pra nós!

;)

Fortuna do dia

Atrás desse monte de nuvem carregada tem um sol lindo – mega clichê que está batendo numa pontinha da jardineira que fica na minha janela.

Alguns passarinhos já vieram cantar aqui na janela. O gato já veio bisbilhotar o barulho e posso escutar minha mãe cantarolando na cozinha.

Conversei com Hum no msn, li as twittadas da Tukinha. Mandei um “oi” pros abestados do cuore lá da Vega. Logo mais irei trabalhar e me sentir feliz por ver as pessoas que mais adoro nessa cidade meio torta – amo meu trabalho.

Gui saiu cedinho de casa. Acordei ao seu lado. Dormirei ao seu lado.

Fortuna do dia: “faça da sua vida um lugar onde as pessoas que cruzarem por ela sejam amadas e bem vindas. Isso garantirá que você tbém seja”.

Bom finalzinho de semana proceis!

Tati

Hoje é aniversário de uma amiga querida, a Tati.

Muita gente conhece a Tati. Já ouviu falar da Tati. Me pergunta sobre a Tati.

E hoje eu tenho notícias frescas! Quebrei aquela regra do “vamos economizar” na conta de telefone e liguei pros parachoques. Apesar da distância física imensa, a Tati é uma das poucas pessoas da minha vida paulistana que fazem falta.

Fomos daquelas amigas de final do ensino fundamental, que passamos por poucas e boas. Que discutimos, nos separamos, nos re-encontramos, nos perdemos e nos achamos.

Ela casou e eu fui sua madrinha. Ela se separou e eu fui seu colo. Tem um filhote lindo hoje em dia – meu afilhado do cuore. Menino esperto, bonito, inteligente, guerreiro! Enfrentou poucas e boas o pequeno! Mas que orgulho! Ele é perfeito! Um anjinho que (como vim a saber hoje) já está andando e apimentando a vidinha dela fazendo artes e mais artes.

Hoje ela faz 29 aninhos. E eu fiz 27 este ano. Temos três anos de diferença – diferença esta que some quando estamos comendo uma travessa de pipocas e vendo filmes do Patrick Swayze.

Ela é uma pessoinha especial. E hoje não consigo pensar em outra coisa pra escrever que não seja sobre ela. Porque ela reune em si os nossos erros e acertos de adolescência. Porque sua alma é meio espivitada, meio doida. Mas é uma alma transparente. Livre de orgulho besta ou inveja. E isso é o suficiente para deixar em meu coração uma saudade constante.

Feliz aniversário, pequenina! Bailarina querida! Guerreira!

Tu me enche de orgulho, guria! E apesar da distância, te desejo muito amor, saúde e paz! Que teu filhote cresça forte, em meio ao amor e serenidade.

E tô aqui. Sempre.

Beijocas proceis, queridos visitantes.

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